09 março 2021

Nova máquina "Fininha"

E a partir de agora este espaço deixará de ser sobre o BTT, mas sobre BIKES em geral. A razão para tal mudança, deve-se ao facto de no passado dia 01.Fev.2021, adquiri uma nova máquina, desta vez de estrada (era a que faltava).

VITORIA ULTIMATE SK Disc

Principais características
- Quadro CARBON Alto Módulo T800
- Selim Vitoria V6
- Transmissão Shimano 105 2x10 (52/36)
- Rodas Rodi Corsa
- Pneus VITORIA Zaffiro Pro (frente)/ Zaffiro (Trás)

Depois de muita ponderação, decidi investir, numa de estrada. Não porque quero deixar o BTT (é a minha vertente de eleição), mas porque permite outro tipo de voltas/aventuras que há muito pretendo fazer : Troia-Sagres, Lisboa-Fátima-Lisboa, Subida à Torre Serra Estrela, entre outras.

A marca já não é desconhecida (afinal é a mesma da 29er), pelo que a confiança na bike, é total. Confesso que a de btt me surpreendeu pela positiva e muito, pelo que espero o mesmo desta, e até agora não me tem desiludido. Já subi até às Antenas da Arrábida (pelo lado de Azeitão) e adorei o conforto que senti.

À semelhança do que aconteceu com a 29er, confiei inteiramente nos conselhos do Jorge "Varetas" Campos, da Racing Bikes.

15 setembro 2020

Nova queda de Bike. Violenta e nada positiva :'( :'(

E eis que no passado domingo (13.Set.2020), ao fazer o treino na companhia dos Magnificos, e duas semanas após a ultima (sem grandes consequências), eis que voltei a dar nova queda, desta vez bem mais grave, tanto a nível fisico como a nível material.

Fui na companhia da Sandra Araújo, Andreia Graça, José Luis Brito, Amadeu Domingos, António Santos e um amigo do António, para um treino que deveria ser até ao Cabo Espichel, mas que foi bastante encurtado.

Ao km 20 (aproximadamente), dentro da Apostiça, estávamos a descer uma estrada de alcatrão, não do liso, mas daquele cheio de pedrinhas (próprio de estradas no meio do mato), e como íamos num ritmo moderado/lento decidi refrescar-me e beber um pouco de água.

Até aqui nada de mal, não fosse o facto de quando olhei em frente, após tirar o bidon, ter-me assustado (vá-se lá saber porquê) com a Sandra e a Andreia, que estavam juntas a falar (como é normal). não sei porque razão, mas pareceu-me que ambas iam parar e eu iria bater contra elas.

Reacção ? Travar (normal).

Problema ? A mão que estava no travão era a esquerda (travão dianteiro) e devido ao susto apertei o trovão com demasiada força.

Resultado ? Uma queda feia e bastante dolorosa. Bati com a cabeça no chão, e apesar de grande parte do impacto ter sido absorvido pelo capacete ainda bati com o osso por baixo do olho no chão, o que me deixou bastante atordoado e me abrigou a permanecer sentado no chão durante 5/10 mins (não tenho bem a certeza).

Consequências ? Como podem ver pelas fotos, a nível fisico : a cabeça ficou muito "abananada" (durante todo o dia), a cara mal tratada, o ombro esfolado, as mãos com feridas, uma dor enorme no músculo/joelho esquerdo, e dores nos dedos (principalmente polegar) da mão direita. A nível de material : o punho esquerdo bastante danificado, arranquei o parafuso de sangramaneto do óleo do travão traseiro, capacete rachado, luvas rasgadas, óculos riscados, camisola rasgada, e o fecho do sapato esquerdo partido.


Agora tenho de recuperar, e gastar algum dinheiro, pois vou ter de comprar novo capacete, trocar a manter do travão e comprar fechos novos para os sapatos.

As quedas estão a tornar-se um hábito e desde que tenho a nova "cabra", já vou na 4ª ou 5ª que dou. As consequências tem sido "pequenas", mas tem vindo a aumentar. Tenho de ter mais cuidado e pensar mais rapidamente no que estou a fazer.

12 julho 2020

Nova máquina 29er

E eis que ao fim de, aproximadamente, 10 anos e 13.064 kms, e contrariamente ao previsto (só devia de ter acontecido aqui a mais 390 anos :) ), substituí a minha "cabra" roda 26" por uma nova "cabra" roda 29".

VITORIA KNOB BOOST 29

Principais características
- Quadro TORAY CARBON Alto Módulo UD
- Suspensão ROCK SHOX REBA 100mm
- Selim SELLE ITALIA X3
- Transmissão SRAM EAGLE SX 1x12
- Pedaleiro PRESS FIT BB86
- Pneus VITORIA BARZO 29 2.25

Depois de muitos kms com uma 29er emprestada - KTM Era 29er - à qual fiquei totalmente rendido, de muita análise e comparações, e do enorme (e acima de tudo mais importante!) apoio da "dona da casa", lá adquiri uma roda 29" hardtail (ainda não experimentei nenhuma suspensão total).

Espero divertir-me tanto e ter tantos problemas (quase inexistentes) com esta, como fiz com a Giant (continuo a adorar a minha roda 26", apesar de ser roda 26" e de alumínio).

A marca era desconhecida (para mim!), mas também quando adquiri a Giant, não conhecia a marca (e afinal é a maior marca mundial de bikes). Sei que é espanhola (logo eu que os adoro!), e que existe desde 1988.

Assim, e para a escolha desta máquina, e à semelhança do que fiz na aquisição da Giant, confiei inteiramente nos conselhos e na experiência da Racing Bikes e do Jorge "Varetas" Campos. Afinal, a minha ligação a esta loja já dura à 10 anos, e a nível de razões de queixa ... 0.

20 maio 2019

21º Raid BTT Alvalade - Porto Covo (70 kms)

No passado sábado, 19.Mai.2019, e após 1 ano de interregno por motivos de saúde, voltei a participar no Raid BTT Alvalade - Porto Covo, 21ª edição, na distancia de 70 kms, desta vez com a minha “nova equipa", SALTAPOCINHAS BTT.

Outra novidade foi o facto de ter participado com a bike KTM AERA 29 (emprestada pelo Rui Sousa) – carbono com roda 29”.

E tal como no ano passado, a prova foi muito boa, com um acumulado considerável, acima dos 700 mts, com algumas subidas, sendo a mais longa a serra do Cercal (a partir do km 54 +/-), com umas descidas bastante “porreiras”, zonas rolantes. Como não choveu, não havia lama (mesmo na zona chamada Amazónia era pouca). No entanto e porque não choveu, houve PÓ … muito PÓ mesmo, e acompanhado de algum vento!!!

A temperatura, quase até ao fim esteve agradável, com o sol sempre encoberto, algum vento, em algumas zonas (principalmente nos descampados) forte, mas sempre temperatura amena, ideal para o tipo de prova.

Tal como já vem sendo habitual, gostei:

   - do trajecto (estavam a dizer que era idêntico ao de 2013)
   - da organização (simpatia, disponibilidade)
   - dos abastecimentos (3 nos 70 kms)
   - enfim, de tudo (ou quase)
O levantamento do dorsal foi rápido (como habitualmente), devido ao elevado nr de “guichets” junto à zona de partida, em Alvalade.

A partida foi a horas, apesar de lenta, mas outra coisa não é de esperar, quando falamos de, aproximadamente, 3000 participantes.

Quanto à minha prestação, e apesar de ter sido bem melhor que nos anos anteriores, voltou a ser abaixo do esperado!! Apesar dos vários treinos em distancia e em acumulado, de forma inexplicável, ao km 50 (não tenho a certeza) comecei com cãibras e tal como no ano passado, algumas bastante violentas/dolorosas. Mas talvez haja um pequena explicação.

Mas vamos por partes!!

Os primeiros 30 kms foram feitos a bom ritmo e sem grandes esforços (achava eu!). Confesso que quando olhei para o conta-kms, ia acima dos 30 km/h, o que no meio do mato (para mim!) é muito bom e ia “leve” sem stresses, sem acelerações malucas, mas a verdade é que a circulação era em estradões, sem grandes “obstáculos” com alguma areia, mas sempre rolantes. Aliado a isso, a roda 29” faz uma grande diferença.

Ao km 50 (!!) começaram os problemas … Devido ao tempo seco e ao pó que apanhámos, a corrente ficou SECA (acho que já estava um pouco, antes de ir para Porto Covo, mas esqueci-me de a lubrificar), o que originava que a mesma saltasse, cada vez que tentava pôr a “avózinha”.

Isto fez com que após 2 subidas, em que me poupei e subi lentamente (sempre na “avozinha”), na 3ª subida deixei de o conseguir fazer, sendo a solução subir a pé. Como é fácil deduzir, as cãibras começaram a aparecer … na parte interior da coxa, no musculo da perna, nos gémeos, etc. Uma dessas vezes, a sensação que tinha era que o pé estava de lado, tal era a intensidade da cãibra. Também devo referir que a partir deste ponto, foi “quase sempre” um parte-pernas e era subidas/descidas/subidas.

Não consegui fazer a subida ao Cercal em cima da bike, foi tudo a pé (pelo 3º ano), o que também não é fácil principalmente com sapatos com cleats, mas tal como em 2017, apenas nas subidas (esforço maior!) é que tinha de desmontar, de resto a descer e em recta, conseguia ir gerindo.

Ao km 60 (aprox.), mais uma (nova!) peripécia … Devido ao estado da corrente e ao esforço, a mesma não aguentou e partiu. Felizmente um “amigo” bttista”, tinha uma chave e conseguiu retirar o elo partido e arranjar a corrente (ficou com menos um ele). No entanto, esta paragem não foi benéfica, porque as cãibras não me deram tréguas.

A partir deste momento, foi sempre numa gestão de esforço, pois tinha prometido a mim mesmo, que a subida da baía de Porto Covo, seria feita em cima da bike. Assim o fiz, e sempre em pé na bike, pois se me sentasse não ia aguentar. Os músculos gritavam, esticavam, ardiam, mas fui teimoso (ainda hoje passados 3 dias, estou a pagar essa teimosia!)

Para finalizar, e como este era um raid, sem tempos, apenas dizer que demorei aproximadamente 04:58:59 a percorrer os 75 kms (mais 140 mts) e um acumulado de 759 mts. Confesso que no inicio estava com boas expectativas, mas depois de tudo o que aconteceu no percurso, não estou muito desanimado.

Como é lógico, e se não houverem imprevistos, em 2020, lá estarei para o 22º Raid Alvalade – Porto Covo !!!
>> Registo GPS <<
Até à próxima prova, ainda não sei bem quando!!!

Novos Óculos !! Surpreendido pela Positiva :)

E eis que após vários anos de intensa utilização, os meus óculos, tive de adquiri uns novos óculos, pois os outros "rebentaram"! Apesar de ter andado a namorar uns RUDY PROJECT Fotocromaticos, acabei por adquirir o modelo abaixo

ROCKRIDER BTT XC RACE FLUO PHOTOCHROMATIC

Fazem parte da colecção que a RockRider lançou este ano, e tem 2 das caracteristica principais que eu pretendia ... são FOTOCROMATICOS e são YELLOW FLUO.

Apesar de ser algo que vem sendo cada vez mehor, fiquei agradavelmente surpreendido, pela qualidade dos mesmos. Além disso, o valor ajuda bastante. Se durarem o mesmos que os anteriores, ficarei bastante satisfeito.

Quanto aos anteriores (BTWIN SG800), e apesar de terem rasgado o suporte do nariz, irão ser guardados, pois podem servir para uma eventualidade/desenrascanço.