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17 maio 2022

22º Raid BTT - Alvalade - Porto Covo (70 kms)

No passado domingo, 15.Mai.2022, voltei a participar no Raid BTT Alvalade - Porto Covo, 22ª edição, na distancia de 70 kms, desta vez a representar o GRUPO DESPORTIVO CARRIS, e na companhia do Alexandre Fernandes e do Hugo Armelão.

E tal como nos anos transactos, a prova foi muito boa, com um acumulado considerável, acima dos 700 mts, com algumas subidas, sendo a mais longa a serra do Cercal (a partir do km 54 +/-), com umas descidas bastante “porreiras”, zonas rolantes. Como não choveu, não havia lama (nem na zona chamada Amazónia). No entanto e porque não choveu, houve PÓ … MUITO PÓ mesmo, e acompanhado de algum vento!!!

Tal como já vem sendo habitual, gostei do trajecto, da organização (simpatia, disponibilidade), dos abastecimentos (3 nos 70 kms), enfim, gostei de tudo (ou quase)

O levantamento do dorsal não foi tão rápido como habitualmente, mas penso que terá sido devido ao elevado nr de participantes (por volta dos 3700).

A partida foi a horas, apesar de lenta, mas outra coisa não é de esperar, quando falamos de mais de 3500 participantes.

Quanto à minha prestação, e apesar de ter sido bem melhor que nos anos anteriores, voltou a ser abaixo do esperado!!

A inscrição foi para os 120 kms, mas tal como é hábito, por volta do km 40 (antes de chegar à Barragem de Campilhas) comecei com ameaças cãibras no gémeo esquerdo.

Confesso que por mais treinos que faça, não consigo deixar de as ter ... treinos com acumulados, treinos com distancia, como bananas, tomo magnésio, nada está a resultar :(

Nos primeiros kms (ainda antes do primeiro abastecimento), e por motivos técnicos (na bike do Aleexandre) fizemos algumas paragens (primeiro travão traseiro, depois o desviador traseiro), sendo que na segunda paragem, foi mais demorada, pois quando Alex conseguiu arranjar a bike, um miudo passou por mim e nesse momento, partiu a corrente (já tinha partido o drop-out e o desviador).

Como já estive naquela posição, dei o meu elo de ligação ao miudo e tentámos consertar a corrente e colocar o andamento "em directas" ... pelo que soube mais tarde (no primeiro abastecimento), não funcionou, a corrnte voltou a partir (estava muito esticada) e miudo teve de desistir.

Não sei se estes "pára arranca" ajudaram às cãibras aparecerem mais cedo.

Parámos na Barragem, onde aproveitar para me abastecer (pela primeira vez, esqueci-me dos suplemntos em casa) e recuperar um pouco as pernas.

Como a seguir à barragem tem logo várias subidas para o Cercal, o que recuperei foi bom, mas não o suficiente. Confesso que esta, para mim, é a melhor parte do percurso com sobe e desce, sendo as subidas algo exigentes.

Fui aguentando, como depois foi sempre a descer até à Amazónia, o esforço foi menor e os musculos foram aguentando, até sair dessa zona e começar a subir, para sair do Cercal ... aí, tive de parar (5 mins) a meio, pois não conseguia dobrar nem estivar a perna esquerna devido às dolorosas.

Passado esses 5 mins, voltei a montar e lá consegui fazer o resto da subida ... pela primeira vez nas minhas participações, não subi a serr do Cercal a pé. 

Para finalizar, e como este era um raid, sem tempos, apenas dizer que demorei aproximadamente 04:40:55 a percorrer os 71 kms (mais 580 mts) e um acumulado de 765 mts.

Como é lógico, e se não houverem imprevistos, em 2023, lá estarei para o 23º Raid Alvalade – Porto Covo !!!

10 abril 2022

13º Raid Saloios BTT (65 kms)

E no passado dia 10.Abr, voltei a participar numa prova de BTT - 13° Raid Saloios BTT - nos Arneiros, Torres Vedras. Fui sozinho e a representar o G.D. Carris.

Inscrevi-me na Maratona (65 kms), acabei a fazer a distancia da Meia-Maratons (35 kms) e mesmo assim com muita dificuldade.

Sabia que ia ser duro (afinal depois de me inscrever soube que o acumulado seria de 1800 mts) mas não tão duro.

Aos 30 kms, já tinha um acumulado de 1000 mts. Para quem ate hoje tem como maximo de acumulado 1400 mts (mas em 80 kms), perceb-se que a preparacao talves nao fosse a ideal para esta prova (devia ter ficado pela meia maratona - 35 kms e 900 mts acumulado, que ta,bem nao seria facil). Como seria de prever, os musculos não aguentaram.

Aos 20 kms, começaram a aparecer as caibras, no abastecimento, melhorou um pouco, mas depois foi sempre "downhill" ... até que ao km 31 não aguentei mais e os outros 5 foram feitos a pé (e mesmo assim com muita dor).

Tive de pedir a organização para me darem boleia até à meta.

Apesar disto tudo, adorei a prova. organizacao 5 estrelas, percurso bem marcado (apesar de ja ter ouvido o contrario), subidas brutais (umas com regos, outras com pedras), single tracks maravilhosos e descidas alucinantes (as mais perigosas, como é logico, fiz a pé).

Aos 20 kms (onde comecaram as caibras), apanhou-se uma parede, nao muito longa (aprox 50 mts), mas com pendentes a rondar os 20%,e quando ja estava no limite, a inclinacao aumentou muito ligeiramente, mas o suficiente para dar cabo de mim.

Após o abastecimento, as pernas melhoraram e la fui satisfeito, a pensar que as coisas se "iam compor" ... puro engano !! a seguir ao abastecimento, tinhamos um single track fabuloso, tecnico, com curvas de 180 graus e a subir, que resultaram numa ligeira queda (nada de grave), com descidas perigosas (que fiz a pé) e com uma subida ligeira de 500 mts, com uma pendente media de 18,4%. como nao conheco aquela zona, obtive a informacao seguinte atraves do strava : este pequeno segmento chama-se "so para duros" ... só o nome diz tudo.

E acho que foi aqui que tudo piorou ... foi quase sempre com subidas longas mas com pendentes pequenas. apanhei pessoal com caibras, que tentei ajudar com algum apoio moral, mas comecei a sofrer, a ter os musculos a prender, desde o pe ate à anca, sendo que por 2x tentei montar e pedalar devagar, mas a dor na zona da anca/virilha era insuportavel.

No entanto, e apesar deste relato, vou tentar ir novamente para o ano (na maratona ou meia.maratona), mas com mais preparacoa de forma a terminar o percurso.

Aqui fica o tempo feito aos 36,21 kms (sendo que os ultimos 4/5 kms foram a andar) : 03:40:52 com 1041 mts acumulado.

15 novembro 2021

Rota das Adegas 2021 (35 kms)

E no passado dia 7.nov, voltei a fazer uma prova, que já tinha feito em 2011 - Rota das Adegas - desta vez na companhia do Alexandre Fernandes, Luis Silva, Miguel Silva, João Silva e Jose Luis Brito, e fomos como equipa GD Carris.

Ao contrário da edição de 2011, esta prova foi mais um passeio, pois não tinha registo de tempos, mas de acordo com o Strava, completei 37 kms em 03:01:34.

No entanto, como passeio, foi bastante duro, com alguma lama (estamos em Nov), com muitas subidas a exigir pernas, com muitas descidas (algumas perigosas) e com singles tracks técnicos maravilhosos, mas a exigir total atenção, pois ao mínimo erro, tínhamos mini-escarpas/declives que podiam provocar lesões graves. 

Quanto ao abastecimento, por volta dos 20 kms, estava muito bem servido (porco no espeto, pão, vinho, cerveja, sumo, águas, batata fritas, bolos, fruta) e apesar do som não ser o melhor, havia uma banda a trocar alguns covers de pop-rock para alegrar a malta.

Gostei muito do trajecto e gostei muito de o fazer em equipa.

Vamos ver se para o ano consigo ir novamente..

20 maio 2019

21º Raid BTT Alvalade - Porto Covo (70 kms)

No passado sábado, 19.Mai.2019, e após 1 ano de interregno por motivos de saúde, voltei a participar no Raid BTT Alvalade - Porto Covo, 21ª edição, na distancia de 70 kms, desta vez com a minha “nova equipa", SALTAPOCINHAS BTT.

Outra novidade foi o facto de ter participado com a bike KTM AERA 29 (emprestada pelo Rui Sousa) – carbono com roda 29”.

E tal como no ano passado, a prova foi muito boa, com um acumulado considerável, acima dos 700 mts, com algumas subidas, sendo a mais longa a serra do Cercal (a partir do km 54 +/-), com umas descidas bastante “porreiras”, zonas rolantes. Como não choveu, não havia lama (mesmo na zona chamada Amazónia era pouca). No entanto e porque não choveu, houve PÓ … muito PÓ mesmo, e acompanhado de algum vento!!!

A temperatura, quase até ao fim esteve agradável, com o sol sempre encoberto, algum vento, em algumas zonas (principalmente nos descampados) forte, mas sempre temperatura amena, ideal para o tipo de prova.

Tal como já vem sendo habitual, gostei:

   - do trajecto (estavam a dizer que era idêntico ao de 2013)
   - da organização (simpatia, disponibilidade)
   - dos abastecimentos (3 nos 70 kms)
   - enfim, de tudo (ou quase)
O levantamento do dorsal foi rápido (como habitualmente), devido ao elevado nr de “guichets” junto à zona de partida, em Alvalade.

A partida foi a horas, apesar de lenta, mas outra coisa não é de esperar, quando falamos de, aproximadamente, 3000 participantes.

Quanto à minha prestação, e apesar de ter sido bem melhor que nos anos anteriores, voltou a ser abaixo do esperado!! Apesar dos vários treinos em distancia e em acumulado, de forma inexplicável, ao km 50 (não tenho a certeza) comecei com cãibras e tal como no ano passado, algumas bastante violentas/dolorosas. Mas talvez haja um pequena explicação.

Mas vamos por partes!!

Os primeiros 30 kms foram feitos a bom ritmo e sem grandes esforços (achava eu!). Confesso que quando olhei para o conta-kms, ia acima dos 30 km/h, o que no meio do mato (para mim!) é muito bom e ia “leve” sem stresses, sem acelerações malucas, mas a verdade é que a circulação era em estradões, sem grandes “obstáculos” com alguma areia, mas sempre rolantes. Aliado a isso, a roda 29” faz uma grande diferença.

Ao km 50 (!!) começaram os problemas … Devido ao tempo seco e ao pó que apanhámos, a corrente ficou SECA (acho que já estava um pouco, antes de ir para Porto Covo, mas esqueci-me de a lubrificar), o que originava que a mesma saltasse, cada vez que tentava pôr a “avózinha”.

Isto fez com que após 2 subidas, em que me poupei e subi lentamente (sempre na “avozinha”), na 3ª subida deixei de o conseguir fazer, sendo a solução subir a pé. Como é fácil deduzir, as cãibras começaram a aparecer … na parte interior da coxa, no musculo da perna, nos gémeos, etc. Uma dessas vezes, a sensação que tinha era que o pé estava de lado, tal era a intensidade da cãibra. Também devo referir que a partir deste ponto, foi “quase sempre” um parte-pernas e era subidas/descidas/subidas.

Não consegui fazer a subida ao Cercal em cima da bike, foi tudo a pé (pelo 3º ano), o que também não é fácil principalmente com sapatos com cleats, mas tal como em 2017, apenas nas subidas (esforço maior!) é que tinha de desmontar, de resto a descer e em recta, conseguia ir gerindo.

Ao km 60 (aprox.), mais uma (nova!) peripécia … Devido ao estado da corrente e ao esforço, a mesma não aguentou e partiu. Felizmente um “amigo” bttista”, tinha uma chave e conseguiu retirar o elo partido e arranjar a corrente (ficou com menos um ele). No entanto, esta paragem não foi benéfica, porque as cãibras não me deram tréguas.

A partir deste momento, foi sempre numa gestão de esforço, pois tinha prometido a mim mesmo, que a subida da baía de Porto Covo, seria feita em cima da bike. Assim o fiz, e sempre em pé na bike, pois se me sentasse não ia aguentar. Os músculos gritavam, esticavam, ardiam, mas fui teimoso (ainda hoje passados 3 dias, estou a pagar essa teimosia!)

Para finalizar, e como este era um raid, sem tempos, apenas dizer que demorei aproximadamente 04:58:59 a percorrer os 75 kms (mais 140 mts) e um acumulado de 759 mts. Confesso que no inicio estava com boas expectativas, mas depois de tudo o que aconteceu no percurso, não estou muito desanimado.

Como é lógico, e se não houverem imprevistos, em 2020, lá estarei para o 22º Raid Alvalade – Porto Covo !!!
>> Registo GPS <<
Até à próxima prova, ainda não sei bem quando!!!

04 dezembro 2017

Maratona do Canha 2017 (70 kms)

Ontem, 03.Dez.2017, participei na Maratona do Canha 2017, na distância de 70 kms, na "companhia" do Rui Sousa (fez os 35 kms - Meia Maratona).

Começo por dizer que apesar de estar indicado na inscrição 70 kms, à distância foi de apenas 60 kms .

O ano passado inscrevi-me, mas tal como referido no post de (05-Dez-2016) não pude participar por motivos de saúde. Assim, este ano, e após ter sido desafiado pelo Rui Sousa, este ano estive lá.

Gostei da prova, do traçado e de conhecer uma zona (Montijo) que não fazia ideia ter locais tão bons para a prática do BTT. Apesar do acumulado não ser nada de extraordinário (aproximadamente 600 mts), o constante sobe e desce acaba por fazer "mossa".

No percurso apanhou-se um pouco de tudo ... água, lama, areia, estradao, alcatrão, subidas (a primeira uma verdadeira parede) e descidas! Apenas realçar que depois de tantos dias sem chuva, deparamo-nos com algumas poças consideráveis e lama, imagino como foi o ano passado, em que chove a cântaros nas véspera da prova ... já percebi que sempre que chova, não faço esta prova ... o material sofre bastante.

De menos bom, o cheiro em algumas zonas, devido às vacarias existentes e as minhas "amigas" cãibras, que começaram a dar sinais com apenas 10 kms de prova ... confesso que não percebo a razão e que me irrita profundamente.

Quanto aos abastecimentos, e apesar de aproveita-los cada vez menos (excepto à chegada, onde vou sempre buscar água), confesso que os achei como o ponto mais fraco da organização, apesar de existirem 3 na distância da maratona (aos 9, aos 22 e aos 45 kms) e um à chegada.

Para finalizar, não fiquei muito satisfeito com a minha prestação (esperava ter um melhor desempenho), mas as médias de velocidade e tempo não fugiram muito dos meus registos habituais. Terminei com um tempo de 03:36.22, e fiquei em 63º do meu escalão () e em 152º da geral.

22 maio 2017

19º Raid BTT Alvalade - Porto Covo (70 kms)

Ontem, 21.Mai.2017, e tal como o ano passado, participei no Raid BTT Alvalade - Porto Covo, 19ª edição, na distancia de 70 kms, desta vez "a solo".

E tal como no ano passado, a prova foi muito boa, com um acumulado considerável, aproximadamente 600 mts, com algumas subidas, sendo a mais longa a serra do Cercal (a partir do km 54 +/-), com umas descidas bastante “porreiras”, zonas rolantes e, ao contrário dp ano passado, e porque não choveu, havia muito pouca lama (apenas um pouco na zona chamada Amazónia).

No entanto e porque não choveu, houve PÓ … muito PÓ mesmo, e acompanhado de vento!!!

A temperatura, quase até ao fim esteve agradável, com o sol sempre encoberto, algum vento, em algumas zonas (principalmente nos descampados) forte, mas sempre temperatura amena, ideal para o tipo de prova.

Mais uma vez, gostei do trajecto, gostei da organização, dos abastecimentos (3 nos 70 kms), as marcações estavam muito boas, com membros do staff e/ou policiamento nas zonas mais criticas (cruzamentos) o que transmitia uma grande segurança.

O levantamento do dorsal foi rápido, pois havia bastantes “guichets” junto à zona de partida, em Alvalade. Havia uma banca enorme com sandes, cafés, sumos, e na zona de chegada dos 70 kms, em Porto Covo.

A partida foi a horas, apesar de lenta (demorei entre 10 e 15 mins para fazer 300 mts J), mas outra coisa não é de esperar, quando falamos de, aproximadamente, 3000 participantes.

Quanto à minha prestação, e apesar de ter sido bem melhor que o ano passado, voltou a ser mázita!! Apesar dos vários treinos em distancia (já faço 80 kms) e em acumulado (já faço 1100 mts), de forma inexplicável, ao km 40/45 (não tenho a certeza) comecei com cãibras e tal como no ano passado, algumas bastante violentas/dolorosas.

Mas vamos por partes!!

Os primeiros 30 kms foram feitos a bom ritmo e sem grandes esforços (achava eu!). Confesso que quando olhei para o Garmin, ia a 30 km/h, o que no meio do mato (para mim!) é muito bom e ia “leve” sem stresses, sem acelerações malucas, mas a verdade é que a circulação era em estradões, sem grandes “obstáculos” com alguma areia, mas sempre rolantes.

Claro que, como é de prever, paguei mais tarde esse esforço. A partir do km 45 (acho eu), aproximadamente, as cãibras apareceram e a desse momento, foi gerir e sofrer (não necessariamente nesta ordem!).

Não consegui fazer a subida ao Cercal em cima da bike, foi tudo a pé, o que também não é fácil principalmente com sapatos com cleats, mas ao contrário do ano passado, apenas nas subidas (esforço maior!) é que tinha de desmontar, de resto a descer e em recta, conseguia ir gerindo.

Ao km 69, voltei a ter fortes, e quase pensei em desistir, sendo que um participante que já tinha acabado, me ofereceu uma boleia, que teria aceitado não fosse o facto de faltar apenas um km para acabar. Nesse momento, descansei um pouco, e fiz o km final, inclusivamente a subida da baía para o centro da vila … custou mas fiz !! O “orgulho” falou mais alto J J

Para finalizar, e como este era um raid, sem tempos, apenas dizer que demorei aproximadamente 04:41:14 a percorrer os quase 72 kms, tendo melhorado o tempo do ano anterior em quase 50 mins.

Uma prova, que irei (ou pelo menos tentarei) repetir em 2018, mas com outra gestão/abordagem !!!
>> Registo GPS <<
Até à próxima prova, ainda não sei bem quando!!!

01 maio 2017

11ª Maratona BTT Pinhal Novo /Arrábida - TascaduXico (40 kms)


E tal no ano passado, voltei a participar na prova organizada pela Tasca du Xico, na "companhia" do Vitor Sousa, do António Vieira e de mais 2 amigos deles (José Pedro Figueiredo e Paulo Viegas).

Foi hoje, 2016.Abr.30, e foi a 11ª Maratona BTT Pinhal Novo/Arrábida - Tasca du Xico, e, apesar da ideia inicial ser outra (eram os 70 kms) mas enganei-me a ver o acumulado (vi 1500 e era 1200 mts), pelo que decidi participar na Meia-Maratona com a distância de 40 kms (com um acumulado de 600 mts aproximadamente).

Desta vez, e ainda antes de começar a prova, tivemos um "brinde" dos céus ... chuva até ao inicio da prova, sendo que por duas vezes, a chuva era bem forte, como naqueles dias de verdadeiro inverno, e acompanhada de vento. Felizmente levei o corta-vento, que me manteve "seco" até aos primeiros 5 kms da prova, pois depois tive de o tirar senão ficava ensopado e não era da chuva (é que a chuva não entra, mas a transpiração também não sai :-/ ). Daí até ao fim não houve mais chuva, sendo que a subir a Arrábida, quando preferia que fosee mais fresco ... tivemos sol para aquecer.

Uma prova mais uma vez espectacular, com algumas subidas (uma delas uma autentica parede, com uma descida alucinante (e perigosa) e com zonas bastante rolantes.

A organização da prova, voltou a estar 5 estrelas, com uma disponibilidade e simpatia enormes, por parte dos membro do staff !!

O levantamento do dorsal foi rápido, e a zona junto à partida /chegada tinha uma exposição de bikes (BtWin, Scott, etc) que permitia "matar" o tempo enquanto não era dado o arranque, e ver máquinas bem bonitas.

Os 3 percursos existentes (passeio guiado 20 kms / meia-maratona 40 kms / Maratona 70 kms) tiveram o seu inicio com um desfasamento de 15 mins entre cada um deles. Esta opção faz com que a partida se torne menos confusa e a posterior separação também.

As partidas foram a horas, as marcações muito boas, e que com membros do staff, quer com o policiamento, as zonas mais criticas (cruzamentos com faixas de rodagem) estavam bem "vigiadas" o que me transmitiu uma grande segurança.

Quanto ao percurso como já referi, teve um pouco de tudo, sendo que nas descidas (pelo menos em 1 delas) era preciso algum cuidado. A descida mais alucinante, foi a da estrada romana, que no ano passado fizemos como subida. Confesso que apesar de ser dura, prefiro fazer a subida do que a descida ... acho bastante perigosa, com muita pedra, desníveis, etc.. No entanto, fiz quase toda em cima da bike (algo que há uns anitos nem tentaria) :) :)

Os abastecimentos eram 2 e, segundo ouvi, estavam bem servidos, mas, e tal como já vem sendo hábito, não senti necessidade de efectuar paragens.

Para finalizar, fiquei bastante satisfeito com a minha prestação, pois tirei, aproximadamente, 17 minutos ao tempo do ano passado. Este ano fiquei na posição 55 do escalão Veteranos B - Masculinos (num total de 174 participantes) e na posição 170 da classificação geral (num total de 450 participantes, aproximadamente), com um tempo de 02:19:32, o que me deixou bastante satisfeito, além de que a partir do km 30 (aprox.), a velocidade quase não baixou dos 26 km/hr, sendo que durante bastantes quilómetros, rodei acima dos 30 kms/hr.

No final, mais um ponto de abastecimento, com sandes (queijo, fiambre, chourição), bolos, aguas e sumos, tudo à descrição, e umas rifas com uns prémios (simbólicos) ... como disse inicialmente, uma organização 5 estrelas !!!

Espero voltar para o ano, mas para a Maratona !!!

Até à próxima prova ... Alvalade / Porto Covo !!!

05 dezembro 2016

Maratona BTT Canha 2016 (70 kms)

Ontem, 04.Dez.2016, foi dia de mais uma prova de BTT, desta vez na zona do Montijo.

No entanto, apesar de estar inscrito, infelizmente e por motivos de saúde (intoxicação alimentar), não pude participar como desejava.

Fica para o próximo ano :( :( :(

24 outubro 2016

VIII Edição BTT Terras do Toiro (60 kms)

Ontem, dia 23.Out.2016, voltei a participar nesta prova de BTT, na companhia do Rui Chambel, Luis Dinis e Vitor Sousa.

Se em 2013, fiz a meia-maratona, este ano participei na maratona. No entanto, apesar dos 60 km's anunciados, o percurso apenas teve 56 km's de distância.

Tal como estava à espera, foi uma prova tranquila, com um acumulado baixíssimo, e muito rolante, apesar de em alguns pontos ter umas subidas mais complicadas, mas nada "do outro mundo".

A preocupação inicial era o estado do terreno, pois como tinha chovido no sábado, pensei que fosse haver muita lama … houve alguma, mas nada de especial. Em 2 ou 3 locais, tínhamos de passar poças um pouco maiores, sendo que a primeira apareceu (se não me falha a memória!) antes do km 20, e devido a ser um pouco profunda, os pés ficaram imediatamente encharcados, o que provocava algum desconforto, até porque ainda estávamos na fase inicial da prova.

O percurso, como já referi, era rolante, com pequenas elevações, muita pedra solta, e alguma areia.

Nas zonas mais descampadas, o vento fazia-se notar, sendo que os últimos 3 km's (aprox.) foram feitos com o vento de frente.

Relativamente à organização, mais uma vez, achei muito boa. Saímos com um atraso de 5 minutos, aproximadamente, o percurso estava bem marcado, com setas e fitas, e pessoal da organização e alguns escuteiros, colocados em alguns pontos estratégicos, para auxiliar.

Apenas um reparo positivo. Contrariamente ao que assisti em 2013, e noutras provas posteriores, não vi muito lixo (garrafas, embalagens de géis) durante o percurso. O pessoal parece que começa a respeitar mais a natureza e o espaço por onde andam… ou então foi uma vez sem exemplo!!

Uma curiosidade. A partir do km 46 até ao km 54, tive uma companhia muito particular. Um CÃO !!

Não sei porquê, mas o animal fez-me companhia nesses 7 km's e nunca saiu do pé de mim … se o meu ritmo fosse lento ele andava, se o ritmo aumentasse ele corria. E mesmo quando passavam outros corredores ao meu lado, ele continuava ao pé de mim … houve quem perguntasse se era meu :)

Confesso que o receio inicial (pois canídeos e bicicletas, não costumam ser uma boa dupla), deu lugar a uma calma normal, quando percebi que o animal apenas me acompanhava e nunca se tentou chegar perto da bike, nem das pernas. Adorei o momento e confesso que adorei a companhia. Este meu "amigo", apenas deixou a minha roda ao km 54, pois foi quando entrei na estrada/alcatrão e o andamento aumentou bastante.

Para finalizar, apenas indicar que fiquei em 102º classificado no escalão (106º classificado da geral), com um tempo de 03:10:37.

>> Registo GPS <<
Até à próxima prova ... seja ela quando for !!!

17 maio 2016

18º Raid BTT Alvalade - Porto Covo (70 kms)

E no passado domingo, 15.Mai.2016, fui fazer novamente uma “prova” de BTT, na companhia do Rui Chambel.

A participação foi no 18º Raid BTT Alvalade - Porto Covo, na distancia de 70 kms.

Uma prova muito boa, com um acumulado considerável (era anunciado 700 mts+, apesar do meu Garmin apenas marque 570), com algumas subidas (mais ou menos longas), com umas descidas bastante “porreiras”, zonas rolantes, mas acima de tudo muita mas muita lama mesmo.

Gostei do sitio, gostei da organização, dos abastecimentos (3 nos 70 kms), as marcações estavam muito boas, com membros do staff e/ou policiamento nas zonas mais criticas (cruzamentos) o que transmitia uma grande segurança, mas outra coisa não seria de esperar, pois sendo este o 18º raid, significa (penso eu!) que já fazem isto há 18 anos, pelo que os erros vão sendo corrigidos.

O levantamento do dorsal foi rápido, havia bastantes “guichets” junto à zona de partida, em Alvalade. Havia uma banca enorme com sandes, cafés, sumos, e na zona de chegada dos 70 kms, em Porto Covo (o pessoal dos 120 kms voltavam para Alvalade), tinha uns stands com material exposto, mas não vi pessoalmente (apenas as fotos).

A partida foi a horas, apesar de lenta, pois afinal eram um pouco mais de 2700 participantes.

Quanto ao percurso foi o pior !! Apesar dos vários treinos em distancia e em acumulado, de forma inexplicável, ao km 56 comecei com cãibras. Já tive várias vezes cãibras, desde tempo de estudante de desporto, e em várias provas em que participei, no entanto, nunca desta forma tão violenta.

Mas vamos por partes !!

Os primeiros 30 kms foram feitos a bom ritmo sem grandes esforços, e eis que apareceu o ponto de viragem ... para mim !!!

Devido a motivos de natureza fisiológica, fiz uma paragem duplamente "anormal"; primeiro porque não costumo parar nos abastecimentos (pelos menos, tão cedo!) e segundo porque foi uma paragem mais prolongada (penso que acima dos 15 mins, mas não tenho a certeza).

Quando voltei a sentar na bike para continuar o raid, percebi, quase imediatamente, que algo não estava bem ... tinha perdido o ritmo, mas pior, as pedaladas estavam a custar !! Como resultado, comecei com algumas cãibras, comecei a ter uma fome enorme (apesar de ter comido tanto no inicio, como no abastecimento!), e após o segundo abastecimento, ao km 52 aproximadamente, o esforço foi sendo cada vez maior.

Ao km 56, e no inicio de uma subida, ou melhor A SUBIDA, as cãibras reapareceram em força, e de tal maneira, que não conseguia andar, era na perna esquerda, era na perna direita, era com a perna esticada, era com a perna dobrada, era a subir, era a descer, e mesmo quando tentava andar ao lado da bike, as cãibras não paravam, e o desespero ia sendo cada vez maior.

Desde o km 56 ao km 64, foram umas atrás das outras, o que me fez entrar em desespero, pois não tinha posição nem forma de avançar. A partir deste ponto, não voltei a fazer (em algumas nem tentava!) nenhuma subida em cima da bike !!!

Para finalizar, e como este era um raid, sem tempos, apenas dizer que demorei aproximadamente 05:30:00 a percorrer os quase 72 kms, mas consegui acabar a prova, sem desistir, mas com muita, muita gestão do esforço e das pernas.

Como já disse, a organização esteve 5 estrelas ... apenas não aproveitei as massagens porque estava todo "nojento" e queria era chegar a casa para ver o meu Glorioso ser tricampeão !!!

Uma prova, que irei (ou pelo menos tentarei) repetir em 2017, mas com outra gestão/abordagem !!!
>> Registo GPS <<
Até à próxima prova ... talvez em Outubro !!!

18 abril 2016

10ª Maratona BTT Pinhal Novo /Arrábida - TascaduXico (40 kms)


E passados mais de 2 anos, voltei a participar numa prova de BTT, na "companhia" do Vitor Sousa e de um amigo dele - António Vieira.

Foi ontem, 2016.Abr.17, e foi na 10ª Maratona BTT Pinhal Novo/Arrábida - Tasca du Xico, e participei na Meia-Maratona com a distancia de 40 kms (na realidade, acabaram por ser 42 kms).

Uma prova espectacular, com um acumulado considerável (650 mts +),com muita subida (algumas bastante duras), com uma descidas alucinante (uma mais perigosa) e com zonas bastante rolantes.

Já tinha feito BTT na Arrábida, mas nunca tinha ido para aqueles lados. No entanto, foi muito bom, e para quem conhece a Arrábida, sabe o prazer que é fazer BTT naqueles trilhos. 

A organização desta prova é das melhores a que já assisti, e com uma disponibilidade e simpatia enormes, por parte dos membro do staff !!

O levantamento do dorsal foi rápido, e a zona junto à partida /chegada tinha uma exposição de bikes (Merida, Scott, Scalpin, etc) que permitia "matar" o tempo enquanto não era dado o arranque, e ver máquinas bem bonitas.

Os 3 percursos existentes (passeio guiado 20 kms / meia-maratona 40 kms / Maratona 70 kms - por razões que desconheço foi reduzida para 60 kms) tiveram o seu inicio com um desfasamento de 15 mins entre cada um deles. Esta opção faz com que a partida se torne menos confusa e a posterior separação também.

As partidas foram a horas, as marcações muito boas, e que com membros do staff, quer com o policiamento, as zonas mais criticas (cruzamentos com faixas de rodagem) estavam bem "vigiadas" o que me transmitiu uma grande segurança.

Quanto ao percurso como já referi, teve um pouco de tudo, sendo que nas descidas (pelo menos em 2 delas) era preciso algum cuidado. A primeira das descidas fiz metade, a outra metade desmontei tal era a quantidade de pedras ... tive receio, pois requeria algum hábito/técnica que ainda não tenho!

Relativamente às subidas, algumas eras "normais" mas com o terreno enlameado, tornavam-se mais complicadas, outras eram mais duras ... a mais complicada de todas, foi a partir do km 29, em que se subiu para o castelo (??) pela via romana, e que devido à sua antiguidade e às condições climatéricas (chuva mais forte) tornavam esta subida um "tormento" ... os primeiros 30 mts fiz a pé (e com relativa dificuldade!) e os restante 700 mts (aprox.) já consegui fazer em cima da bike, mas a uma média de 3 km/h :P !

Os abastecimentos eram 2 (para mim foi uma surpresa, pois normalmente nesta distancia é apenas um), segundo ouvi, estavam bem servidos, mas, e tal como já tinha acontecido nas Terras do Toiro em 2013 (ver post mais antigo) não senti necessidade de efectuar paragens.

Para finalizar, apenas indicar que fiquei na posição 107 do escalão Veteranos B - Masculinos (num total de 222 participantes) e na posição 317 da classificação geral (num total de 590 participantes), com um tempo de 02:36:03, o que me deixou bastante satisfeito, além de que a partir do km 35 (aprox.) a média deve ter rondado os 25 km/h.

No final, mais um ponto de abastecimento, com sandes (queijo, fiambre, chourição), bolos, aguas e sumos, tudo à descrição, uma zona para spinning, insufláveis para as crianças ... como disse inicialmente, uma organização 5 estrelas !!!

Uma prova, que irei quase de certeza, repetir em 2017 !!!
Até à próxima prova ... seja ela quando for !!!

25 novembro 2013

VI Terras do Toiro BTT (35 Kms)

Ontem, dia 24.Nov.2013, voltei a participar (22 meses depois) numa prova de BTT, na companhia do Rui Sousa.

Uma prova tranquila, com um acumulado baixíssimo, e muito rolante, como já sabia que seria. De tudo o que tinha lido sobre a prova, em anos anteriores, o maior problema seria o facto de chover muito nos dias anteriores, ou mesmo no próprio dia ... como tal não aconteceu, a prova não era exigente. No entanto, acho que para voltar a fazer provas, esta foi um bom começo.

O percurso, como já referi, era rolante, com pequenas elevações, muita pedra solta, e alguma "areia" ... no entanto, para quem tem andado na Apostiça, aquilo não era areia, era apenas alguma terra mais solta :)

O maior problema da prova ?? O frio !!! Não sei a temperatura que estava quando chegámos, mas sei que nem o sol aquecia "a alma".

Comecei a prova com muito frio, e no decorrer da mesma fui aquecendo, como é natural, com o esforço que ia fazendo. No entanto, a meio da prova (mais ou menos), passámos por uma zona mais descampada, onde o vento frio se fazia sentir mais acentuadamente, e voltei a gelar (o facto da roupa já estar transpirada também ajudou a piorar a situação).

Por fim, o vento amainou, e o sol começou a aquecer mais um pouco e eu também :)

Relativamente à organização, achei muito boa. Saímos com um atraso de 5 minutos, aproximadamente, o percurso estava bem marcado, com setas e fitas, o que não impediu que me enganasse 2 vezes, mas aí a culpa não é da organização, é mesmo minha :)

O abastecimento, segundo ouvi (porque não parei), estava bem servido.

Apenas um reparo ... eu não sei se o pessoal destas provas vai competir para ser o campeão mundial de provas amadoras, mas porque raio quando levam água dos abastecimentos, não colocam as garrafas vazias, nas camisolas em vez de as mandar para o meio do mato ??? Será que as 10 ou 20 gramas que uma garrafa pesa, faz com que não ganhem as medalhas ??

É que achei uma falta de higiene, a forma como estava o mato a seguir ao abastecimento ...

Para finalizar, apenas indicar que fiquei em 190º classificado de masculinos (197º classificado da geral), com um tempo de 02:11:52, o que significa que fiz o meu andamento regular (tabela completa).

Até à próxima prova ... seja ela quando for !!!

23 janeiro 2012

5º Raid BTT - À Descoberta das Maravilhas Sobral Monte Agraço (40 kms)

Ontem, dia 22.Jan.2012, e pelo 2º ano, participei neste raid, e desta vez na companhia do Rui Sousa.

Começo por dizer que, pelos meus cálculos mentais, demorei 5 horas e 30 mins (sim leram bem!!), a fazer os 47 km's de percurso.

O percurso era extremamente duro, com grandes subidas, descidas alucinantes em single tracks, mas que teria de se andar devagar, pois era rocha por todo o lado, e uma roda colocada no sitio errado era a "morte do artista". Ainda vi 3 participantes caírem, felizmente para eles sem consequências graves, vi outros com correntes partidas, jantes todas torcidas, pessoal aflito com as cãibras, e acho que também houve alguns que quando chegaram tiveram de receber assistência médica...

Como o tempo não tem estado de chuva, este ano lama era coisa que havia em pouca quantidade, mas em compensação rocha era em grande escala. Em alguns caso tive de colocar travões a fundo para não me partir todo, noutros desci a pé, e numa dessas descidas "maradas", foi de tal maneira que com a velocidade e as rochas/rasgos existentes, deixei de ver onde estava a colocar a roda, pelo que quando travei a fundo para parar só tive tempo de meter as mãos na rocha, evitando desta forma bater com a cara e fazer com que a bike não se enrolasse por cima de mim... felizmente a bicicleta, quando caiu para o lado bateu com o pneu numa rocha, se assim não fosse acho que teria partido a bomba do travão ou outra coisa qualquer, tal foi a violência do embate!

Contrariamente ao ano passado, confesso que não gostei tanto da prova, pois acho que não foi totalmente bem pensada... Se calhar a prova é para "gajos" que treinam com muita regularidade e não para os outros que treinam uma vez por semana, pois não tem mais disponibilidade (onde eu me insiro!!)

Penso que muita malta achou o mesmo, e algumas das pessoas com quem fui falando, tinham essa opinião. Se os 40 kms foram assim, nem quero pensar na malta que fez os 60 kms...

Acho que inscrever-me numa prova de 40 kms, em que o mapa da altimetria mostrava 43,7 kms e acabar a fazer 47 kms (aproximadamente), não é de boa organização. E para mim esta é a única falha, pois de resto, é quase excelente... os balcões para levantamento dos dorsais eram em bom nr (13 ou 14), o que não originava grandes filas, a partida foi à hora marcada, os 2 abastecimentos excepcionais, sendo que no 2º havia, fruta, bolos, sumos, aguas, sandes de fiambre, queijo, pão com chouriço... um "banquete"!!

Só não é excelente porque algumas marcações estavam muito "em cima" do acontecimento, ou até algo disfarçadas, o que levava a pequenas correcções na trajectória... mas nada de muito grave!! 

Já me tinha acontecido fazer mais kms do que o inicialmente indicado (em Almeirim), mas pelo menos aí, os últimos kms foram em relativo plano... aqui quando a malta já está cansadissíma, e para acabarem em grande, apanhamos com uma descida em que não se pode relaxar nem um segundo, pois mais uma vez era rocha e mais rocha,e alguma lama, e os braços cansados... que culminava numa subida. Sinceramente, acho que naquela terra só existem subidas!!

Como aos 36 kms, aproximadamente, o meu Garmin ficou sem bateria, não tenho a certeza se foram os 47 kms... mas acreditando que sim, pois era aquilo que ouvia, fiz sensivelmente 41 kms cheio de cãibras nas pernas... não sei que raio aconteceu, mas aos 6 kms comecei com cãibras nos gémeos, e foi sempre piorando... que cócó !!

Por tudo isto, não sei se para o ano voltarei a fazer esta prova... mas na altura, decidirei :) !!

Aqui fica o registo, até à altura em que fiquei sem bateria no Garmin (36/37 kms aprox.).


13 dezembro 2011

2º Challenge BTT Portugal (40 kms)

No passado domingo, dia 11.Dez.2011, participei em mais uma prova de BTT, na companhia do Vitor Sousa e do Paulo Désirat.

Desta vez, fui até Salvaterra de Magos, para participar no 2º Challenge BTT de Portugal, prova que tem o apoio da Lance Armstrong Foundation, sendo o seu principal objectivo, a obtenção de donativos (5 USD por participante) para a Fundação.

Já o ano passado queria ter participado na 1ª edição, mas calhou no dia em que cheguei da EuroDisney.

A prova não tinha grande dificuldade (aparente) técnica, pois a altimetria mostrava um percurso muito plano, e mesmo no site do evento, a indicação é que seria uma prova muito rolante.

No entanto, existem sempre as dificuldades próprias, da estação do ano em que nos encontramos.

Após o dia de sábado (10.Dez.2011) ter sido muito chuvoso, os trilhos já deveriam estar com bastante lama e poças de água. No entanto, e como choveu durante grande parte da noite, e na manhã de domingo também, o trilho ficou bastante pesado, principalmente a partir do km 32 (+/-).

A prova começou debaixo de 1 chuva miudinha que se manteve nos primeiros 6 a 8 kms, depois foram os trilhos rolante mas com alguma (bastante) areia, sendo que a partir do km 32 (ou 34, não tenho bem a certeza) a lama foi começando a ser cada vez em maior quantidade e cada vez mais escorregadia, de tal modo que tive de desmontar e fazer um percurso de aproximadamente 500 mts (mas pareceram-me kms) a pé.

Com toda a lama acumulada, o último km foi bastante penoso, pois parecia que estava a puxar uma carroça e as pernas já não queriam responder. Assim, acabei a prova em 419º com o tempo de 02 hrs 22 mins 15 segs (tabela completa).

Como em todas as provas tenho sempre uma peripécia/percalço, e esta não podia fugir à regra, quando cheguei a casa e ia lavar a bike, apercebi-me que as pastilhas de travão dianteiro, tinham desaparecido... literalmente!

A organização da prova, foi bastante boa. O briefing foi curto mas conciso, a informar (ao km) dos pontos em que poderiam surgir maiores dificuldades (e quais seriam elas), a hora de inicio da prova foi cumprida quase à hora certa (falhou por 1 min, no máximo), apesar de não ter usufruído,os abastecimentos pareceram bastante bons. No fim da prova, existia um camião para dar assistência às maquinas, banhos, massagens e 3 pontos de lavagens de bikes, cada um deles com 2 ou 3 mangueiras disponíveis.

Enfim, uma prova 5 estrelas, apesar de ser muito rolante.

Para o ano, espero participar novamente!
Até à próxima prova... em Janeiro de 2012!!

08 novembro 2011

Rota das Adegas 2011 (30 kms)

Ontem, dia 06.Nov.2011, participei em mais uma prova de BTT, na companhia do Rui Sousa, Rui Chambel e do Paulo Désirat.

Mais uma vez, fui até Torres Vedras, para fazer mais um dos muitos trilhos fabulosos que lá existem.

A prova foi algo dura (em certos pontos bastante dura até), mas também era algo que já estava à espera, pois tínhamos um acumulado de 820 metros e, entre o km 9 e km 13, subíamos aproximadamente 260 metros. Pode não parecer muito, mas para quem treina apenas uma vez por semana, foi bastante difícil.

Além disso, a organização da prova, tinha como tempo previsto para o primeiro participante dos 30 kms, aproximadamente 3 horas. Por tudo isto, acrescentando também a semana chuvosa que antecipou a prova, as previsões de facilidades no decorrer da prova, não eram as maiores.

Assim, foi com alguma surpresa que ia olhando para o computador e verificava que a média de andamento, rondava os 11 km/h (aproximadamente), tendo acabado em 82º com o tempo de 02 hrs 52 mins 51 segs (tabela completa).

Gostei bastante, apesar da já referida dureza, em que o ponto alto foi a subida alucinante, com descidas rápidas, lama, estradões, lama, água, alcatrão, lama...

Enfim, uma prova quase 5 estrelas, não fosse a marcação do percurso, em certos pontos do trajecto, passar despercebida... penso que até me enganei no trajecto entre o km 25 e o km 27, mas não tenho a certeza.

Não fosse o aviso de alguns "companheiros de luta" e teria passado as marcações por 2 vezes!
Até ao próximo post!!

16 outubro 2011

7ª Maratona Vale do Sado (50 kms)

Ontem, dia 15.Out.2011, participei em mais uma prova de BTT, na companhia do Rui Sousa, do Rui Chambel, do Ricardo Alexandre e do Vitor Sousa.

Gostei bastante da prova, apesar dos muitos percalços que tive no decorrer da mesma... mas já lá vamos!

A prova foi boa, e teve um pouco de tudo... areia (com alguma abundância), gravilha, pedra solta, alcatrão, água (quase no fim tínhamos de atravessar uma lagoa), 2 descidas muito boas (a precisar de algum cuidado), algumas subidas complicadas (uma delas difícil de fazer a pé quanto mais de bike)... mas com muito “plano” e com uma altimetria relativamente baixa.

A organização esteve bem, e para mim apenas tenho a apontar 2 coisas: o facto de ter começado com meia hora de atraso (todas as provas que tenho ido têm começado depois da hora marcada); pior, para mim, foi o facto da zona de banhos e o secretariado, ficarem a cerca de 4 kms do ponto de partida/chegada, o que originou que com uma prova de 50 kms (53,21 kms reais), acabei por fazer sensivelmente 63 kms (4 kms até à partida e mais 4 kms de volta para o carro).

A prova teve 3 abastecimentos: 1º aos 19 kms (apenas água), o 2º aos 30 kms (água, sumos, laranjas, etc.) e o último aos 39 kms (também com um pouco de tudo).

Quanto aos percalços... aos 5 kms, comecei com cãibras nos gémeos, aos 11 kms uma queda na areia (demasiada confiança, dá sempre mau resultado), e para acabar em beleza, aos 33 kms (ainda faltavam 20 para acabar), a camara de ar rasgou na zona do pipo (pelo menos pareceu-me), o liquido/gel que tem dentro (para vedar furos pequenos) começou a sair, e o pneu a perder pressão. Como tinha comigo uma botija de CO2, não levei bomba (erro, pois não consegui encher com a botija) e não tinha nenhuma camara de ar sobresselente (burrice), tive de pedir uma emprestada e gerir o “pneu” até ao fim da prova.

O furo acabou por vedar, mas pelo menos durante 7 kms, fui perdendo a pressão e o liquido da câmara de ar. Assim, fui fazendo a gestão do pneu: passei a andar mais devagar (a média da velocidade passou para 10 kms/hora), fiz partes do percurso a pé, ia escolhendo as zonas com cuidado, de forma a não bater muito com a jante/aro da roda... assim uma prova em que estava para demorar (+/-) 03:15:00, passou para uma prova de quase 4 horas. Acabei a prova em 318º com um tempo de 3 hrs 55 mins (tabela completa).

Gostei muito da prova, apesar de não me ter sentido tão bem a fazê-la como da última vez.

Para a posteridade (e se alguém quiser ver), aqui fica o registo GPS... apenas estão marcados 51 kms (+/-), uma vez que (para não variar), esqueci-me de ligar o Garmin, no momento em que comecei a prova.
Até ao próximo post!!

18 setembro 2011

4ª Maratona "Rota Sopa da Pedra" (40 kms)

Hoje, dia 18.Set.2011, participei em mais uma prova de BTT, na companhia do Rui Sousa e do Ricardo Alexandre.

Gostei bastante da prova, que penso terá agradado a todos (ou pelo menos quase!), pois teve um pouco de tudo: alcatrão, terra, areia, subidas bastante acentuadas, descidas rápidas, descidas perigosas (ou single tracks bastante técnicos).

Apesar de me ter inscrito na prova de 40 kms e da altimetria no site indicar que seriam 38 kms, na realidade a prova teve um percurso de 45 kms.

Estava a fazer uma média bastante boa, em que deveria fazer a prova num tempo a rondar as 02:40, quando ao km 27, e depois de ter feito 2 single tracks, caí ao tentar descer o 3º single track, que tinha muita terra solta. Apesar de não me ter magoado (felizmente!), fiquei com algumas fitas de marcação do percurso, enroladas nos carretos e também na bomba do travão. Esta última foi muito má e acabou por ter um efeito terrivel.

Um pedaço da fita enfiou-se dentro do travão (entre o disco e as pastilhas), o que fez com que perdesse tempo a tirar o excesso de fita e como também não consegui retirar a que estava mesmo dentro (tinha de desmachar o travão), a partir desse km, deixei de ter travão traseiro.

A organização esteve muito bem, excepto no facto da partida ter começado com um atraso de 20/25 mins e também o facto de não existir apoio técnico (entenda-se mecanico!)

Gostei muito da prova e senti-me muito bem a fazê-la, tendo acabado em 343º com um tempo de 03 hrs 06 mins 37 segs (tabela completa).
Para o ano, deverei voltar. Until next time!!!

24 julho 2011

BTT 14º Trilhos do Alviela (40 kms)

Hoje (24.Julho.2011), participei novamente numa prova de BTT, na companhia do Rui Sousa, Rui Chambel e do Ricardo Alexandre.

Esta foi uma prova nos moldes normais. Após me ter inscrito na prova de 40 kms, mais uma vez não a completei. Desta vez, não foram as cãibras (apesar de terem aparecido), nem uma queda, nem nada do género... desta vez, foiu algo bem mais simples e um pouco mais parvo... pura e simplesmente, perdi a noção do percurso (nos ultimos 8 kms) e devo ter virado no sitio em que devia ter ido em frente (ou vice-versa), e em vez de 40 kms fiz apenas 33,31 kms!

Foi uma prova muito gira, com trilhos muito técnicos, descidas arriscadas, singles tracks, alcatrão, subidas dificeis e com muita pedra... muito giro! Apenas fiquei com pena de não ter conseguido fazer a prova toda, nem ter conseguido cumprir o objectivo estabelecido inicialmente.. fazer a prova em menos de 4 horas, estava a correr bem, mas o engano estragou tudo, mas enfim !!

Desta vez, uma novidade! Quando a prova acabou tinhamos a familia à espera! Desta vez, marcámos a prova com almoço e acompanhantes! Foi muito giro e também muito bom, pois desta forma, não passamos grande parte do dia longe da familia!

Se não surgirem imprevistos, para o ano voltarei a marcar presença nesta prova !
A próxima (desta vez sem dúvida nenhuma) será dia 18.Setembro, em Almeirim. Até lá !!! 

04 julho 2011

4ª Prova de Resistência da Arrábida (2 horas)

Ontem, dia 03.Jul.2011, participei em mais uma prova de BTT, na companhia do Rui Sousa, do Vítor Sousa, do Bruno Sousa e do Ricardo.

Esta foi uma prova de formato diferente das anteriores. O objectivo não era fazer X km’s, mas sim ver quantos km’s (voltas) eram feitas no espaço de 2 horas (no nosso caso) ou de 4 horas, num circuito com aproximadamente 10 km’s e inseridos no Parque Natural da Serra da Arrábida.

Gostei bastante, mas reconheço que foi duro (para mim pelo menos!). Um trilho altamente, com muitas subidas, umas complicadas devido às pedras, outras à inclinação, muitas descidas, umas mais técnicas outras mais rápidas (uma delas para atingir uma velocidade alucinante), pedras, raízes (bastantes), um drop (que não fiz nenhuma vez… tenho uma filha para criar :-) ), e como convém nestas provas… muito pouco alcatrão!!

E o que é o drop ? Neste caso, era uma parede com uma altura entre 1 e 2 mts (acho que não estou a exagerar), que desce quase na vertical… como quem tem S tem medo (que é o meu caso!), nas 3 passagens fiz sempre o percurso alternativo, ou seja, consistia em contornar o drop!!

No cimo da serra, muito vento e uma vista fabulosa que merecia ser apreciada de outra forma, mas estávamos numa prova e o que interessava mesmo era rolar rapidamente. O tempo cinzento e bastante fresco, ajudou imenso a realização da prova, pois o sofrimento seria maior, se o calor que se fez sentir na semana anterior, também tivesse marcado presença.

A grande novidade desta prova foi a minha experiencia nova, a minha primeira vez… entre o km 6 e o km 7, e enquanto rolava a uma velocidade considerável, ouvi um barulho estranho e quando olhei para baixo, verifiquei que o pneu traseiro (a câmara de ar, para ser mais exacto), tinha rebentado devido ao constante batimento nas pedras do trilho (em certas zonas impossíveis de evitar).

Assim, tive de percorrer mais ou menos 1 km, até a um elemento da organização que estava equipado para prestar a assistência técnica e que me trocou a câmara de ar por outra !

A organização esteve muito boa, os trilhos bem marcados, em alguns pontos havia sempre alguém a indicar a direcção correcta, o briefing inicial avisava dos pontos mais perigosos do percurso e chamou a atenção para os rookies (meu caso) nesta prova, terem muito cuidado com a zona do drop!

Além sido, para quem quisesse, foi disponibilizado um serviço de sms, em que enviavam os dados da prova. Como aderi ao serviço, aqui estão os dados que recebi.

Tempo total : 02:39:09
Nr Voltas : 3
Melhor volta : 00:52:10 (1ª )
Tempo médio (por km) : 00:17:30

Se não surgirem imprevistos, para o ano voltarei lá !
A próxima será dia 18.Setembro,em Almeirim. Até lá !!! 

24 junho 2011

V Trilhos da Lobagueira BTT 2011 (35 kms)

No passado dia 19.Jun.2011, fui fazer mais uma prova de BTT, na companhia do Vitor Sousa, Paulo Désirat e do Rui Sousa.

A distância escolhida, foi a de 35 kms (32,5 kms reais), e mais uma vez consegui finalizá-la. Apesar de algumas ameaças, desta vez quase não tive cãibras... os treinos estão a compensar :-) .

Quanto à prova, foi uma prova dura, com um grau de dificuldade relativo, com piso muito variado, com muita pedra e pedregulho, sulcos bem vincados (devido a tractores e moto 4's), um riacho, algumas poças, areia... enfim, acho que teve um pouco de tudo.

Para balançar as subidas, tivemos descidas alucinantes, com single tracks e em que ao mínimo descuido... pumba!! Era a "morte do artista"em que o tipo de piso era igual, o que originou algumas quedas, pois as pedras faziam com que as rodas não tivessem a aderência desejável, além de que as pedras enterradas, davam origem a "degraus", onde o mínimo descuido, era queda na certa.

Estas descidas exigiam alguma perícia (esta é para alimentar o meu ego! :-)), pelo que para as fazer era exigido uma de duas coisas: uns travões em condições, que permitissem um controlo sobre a bike e a sua aderência, de forma a que pudéssemos desacelerar, sem nunca parar, ou uma grande coragem (ou será falta de bom senso?... estou a brincar, como é óbvio!!), para fazerem a descida em velocidades alucinantes.

Eu escolhi a 1ª opção, apesar dos travões estarem a precisar de uma substituição... parece-me ! Confesso que por duas vezes, saí da bike e desci a pé... foi mais seguro!.

Gostei desta prova, com trilhos muito bons, mas a exigir uma boa condição física e alguma experiência, pelo que para o ano, se não houver imprevistos... lá estarei.
>> Registo GPS <<
A próxima já está marcada... dia 03.Julho, na Serra da Arrábida!