20 maio 2019

Novos Óculos !! Surpreendido pela Positiva :)

E eis que após vários anos de intensa utilização, os meus óculos, tive de adquiri uns novos óculos, pois os outros "rebentaram"! Apesar de ter andado a namorar uns RUDY PROJECT Fotocromaticos, acabei por adquirir o modelo abaixo

ROCKRIDER BTT XC RACE FLUO PHOTOCHROMATIC

Fazem parte da colecção que a RockRider lançou este ano, e tem 2 das caracteristica principais que eu pretendia ... são FOTOCROMATICOS e são YELLOW FLUO.

Apesar de ser algo que vem sendo cada vez mehor, fiquei agradavelmente surpreendido, pela qualidade dos mesmos. Além disso, o valor ajuda bastante. Se durarem o mesmos que os anteriores, ficarei bastante satisfeito.

Quanto aos anteriores (BTWIN SG800), e apesar de terem rasgado o suporte do nariz, irão ser guardados, pois podem servir para uma eventualidade/desenrascanço.

20 janeiro 2018

Novos sapatos !! ADORO :) :)

E eis que após 6 anos de intensa utilização, a minha mulher ofereceu-me uns novos sapatos para a prática do BTT, e melhor ainda, eram os sapatos que andava a namorar à imenso tempo ...

SIDI CAPE MTB YELLOW FLUO

Quanto aos anteriores (GES NEVADA Z580X) irão ser guardados, pois apesar de precisarem de uma pequena reparação, ainda estão bons para andar, e podem servir para uma eventualidade.


Uma Queda de BTT ... "positiva" !! E uma enorme tristeza :( :(


No passado dia 31.Dez.2017, dei (mais!) uma queda a praticar BTT e desta vez com consequencias "significativas".

Ao km 9,5 (aproximadamente), quase a chegar ao final do "Sobe e Desce" (Mata do Medos em direcção à Fonte da Telha), dei uma queda que resultou numa fratura na falange do indicador direito (lado interno), um joelho esfolado e uma dor no peitoral esquerdo.

Além destas mazelas, ainda dei uma "violenta" cabeçada no relevo do trilho, que serviu para testar o capacete e o dinheiro que ele custou ... bem ditos euros!

Apesar disso, ainda fiz um total de 50 kms na companhia do Rui Chambel, pois apesar de algumas dores, especialmente no dedo, não achei que fosse nada de preocupante, pois conseguia dobrá-lo, pelo que associei as dores ao traumatismo e à artrose (achava eu!).

Assim sendo, e uma vez que estávamos na véspera de ano novo e estava à espera de pessoas para a passagem de ano, não fui ao hospital. No entanto, no dia seguinte, estava com mais dores, com um dedo mais inchado e a ficar um pouco negro, pelo que decidi ir ao Hospital Garcia da Orta.

Após fazer o raio-x, o técnico disse-me que não estava fracturado mas tinha que tratar do quisto. Surpresa total !! Afinal não é uma artrose !!

Maior surpresa quando, o ortopedista (João Protázio) viu o raio-x ao pormenor e me diz 2 coisas: 1º tenho uma fractura no dedo (como referi no inicio do post); 2º o quisto é uma massa/tumor, em principio benigno, que tem de ser retirado mais cedo ou mais tarde. Assim, o médico ligou o indicador ao dedo médio, e só não engessou porque me comprometi a não fazer esforço nenhum com o dedo durante 3 semanas. Marcou novo raio-x para o fim desse prazo e uma consulta com o médico Júlio André, que é o especialista neste tipo de tumor/operação.

Assim sendo, na passada 3ª feira (16.Jan.2018) fui fazer o raio-x e no dia seguinte fui à consulta.

Após analisar o raio-x, o médico mandou-me ficar mais 3 semanas imobilizado e marcar novo raio-x, para o término desse período (07.Fev.2017) e nova consulta. Além disto, explicou-me a situação do dedo de forma bem clara, e que passo a explicar.

Neste momento, o meu osso é "tipo casca de ovo", pelo que uma pancada mais forte o pode fragmentar. Tenho de ter muito cuidado, para que tal não aconteça, de forma a evitar uma cirurgia mais complicada. E o que quer dizer mais complicada, neste caso?

A cirurgia "normal" é retirar o tumor e substituir por uma "massa" que ir· ser "absorvida" pelo osso. A "mais complicada", será substituir a parte fragmentada, por um pedaço de osso, a ser retirado da minha bacia. De quaqluer forma, o tempo de recuperação da operação rondará as 34 (!!) semanas :( :(

A parte "positiva" da queda é que devido à mesma, descobri que tinha um tumor (e não artrose), e o osso não fragmentou !!

A bosta toda ... é precisar de ajuda para algumas tarefas, e não poder andar de bike durante (quase!) todo 2018 !!!

04 dezembro 2017

Maratona do Canha 2017 (70 kms)

Ontem, 03.Dez.2017, participei na Maratona do Canha 2017, na distância de 70 kms, na "companhia" do Rui Sousa (fez os 35 kms - Meia Maratona).

Começo por dizer que apesar de estar indicado na inscrição 70 kms, à distância foi de apenas 60 kms .

O ano passado inscrevi-me, mas tal como referido no post de (05-Dez-2016) não pude participar por motivos de saúde. Assim, este ano, e após ter sido desafiado pelo Rui Sousa, este ano estive lá.

Gostei da prova, do traçado e de conhecer uma zona (Montijo) que não fazia ideia ter locais tão bons para a prática do BTT. Apesar do acumulado não ser nada de extraordinário (aproximadamente 600 mts), o constante sobe e desce acaba por fazer "mossa".

No percurso apanhou-se um pouco de tudo ... água, lama, areia, estradao, alcatrão, subidas (a primeira uma verdadeira parede) e descidas! Apenas realçar que depois de tantos dias sem chuva, deparamo-nos com algumas poças consideráveis e lama, imagino como foi o ano passado, em que chove a cântaros nas véspera da prova ... já percebi que sempre que chova, não faço esta prova ... o material sofre bastante.

De menos bom, o cheiro em algumas zonas, devido às vacarias existentes e as minhas "amigas" cãibras, que começaram a dar sinais com apenas 10 kms de prova ... confesso que não percebo a razão e que me irrita profundamente.

Quanto aos abastecimentos, e apesar de aproveita-los cada vez menos (excepto à chegada, onde vou sempre buscar água), confesso que os achei como o ponto mais fraco da organização, apesar de existirem 3 na distância da maratona (aos 9, aos 22 e aos 45 kms) e um à chegada.

Para finalizar, não fiquei muito satisfeito com a minha prestação (esperava ter um melhor desempenho), mas as médias de velocidade e tempo não fugiram muito dos meus registos habituais. Terminei com um tempo de 03:36.22, e fiquei em 63º do meu escalão () e em 152º da geral.

22 maio 2017

19º Raid BTT Alvalade - Porto Covo (70 kms)

Ontem, 21.Mai.2017, e tal como o ano passado, participei no Raid BTT Alvalade - Porto Covo, 19ª edição, na distancia de 70 kms, desta vez "a solo".

E tal como no ano passado, a prova foi muito boa, com um acumulado considerável, aproximadamente 600 mts, com algumas subidas, sendo a mais longa a serra do Cercal (a partir do km 54 +/-), com umas descidas bastante “porreiras”, zonas rolantes e, ao contrário dp ano passado, e porque não choveu, havia muito pouca lama (apenas um pouco na zona chamada Amazónia).

No entanto e porque não choveu, houve PÓ … muito PÓ mesmo, e acompanhado de vento!!!

A temperatura, quase até ao fim esteve agradável, com o sol sempre encoberto, algum vento, em algumas zonas (principalmente nos descampados) forte, mas sempre temperatura amena, ideal para o tipo de prova.

Mais uma vez, gostei do trajecto, gostei da organização, dos abastecimentos (3 nos 70 kms), as marcações estavam muito boas, com membros do staff e/ou policiamento nas zonas mais criticas (cruzamentos) o que transmitia uma grande segurança.

O levantamento do dorsal foi rápido, pois havia bastantes “guichets” junto à zona de partida, em Alvalade. Havia uma banca enorme com sandes, cafés, sumos, e na zona de chegada dos 70 kms, em Porto Covo.

A partida foi a horas, apesar de lenta (demorei entre 10 e 15 mins para fazer 300 mts J), mas outra coisa não é de esperar, quando falamos de, aproximadamente, 3000 participantes.

Quanto à minha prestação, e apesar de ter sido bem melhor que o ano passado, voltou a ser mázita!! Apesar dos vários treinos em distancia (já faço 80 kms) e em acumulado (já faço 1100 mts), de forma inexplicável, ao km 40/45 (não tenho a certeza) comecei com cãibras e tal como no ano passado, algumas bastante violentas/dolorosas.

Mas vamos por partes!!

Os primeiros 30 kms foram feitos a bom ritmo e sem grandes esforços (achava eu!). Confesso que quando olhei para o Garmin, ia a 30 km/h, o que no meio do mato (para mim!) é muito bom e ia “leve” sem stresses, sem acelerações malucas, mas a verdade é que a circulação era em estradões, sem grandes “obstáculos” com alguma areia, mas sempre rolantes.

Claro que, como é de prever, paguei mais tarde esse esforço. A partir do km 45 (acho eu), aproximadamente, as cãibras apareceram e a desse momento, foi gerir e sofrer (não necessariamente nesta ordem!).

Não consegui fazer a subida ao Cercal em cima da bike, foi tudo a pé, o que também não é fácil principalmente com sapatos com cleats, mas ao contrário do ano passado, apenas nas subidas (esforço maior!) é que tinha de desmontar, de resto a descer e em recta, conseguia ir gerindo.

Ao km 69, voltei a ter fortes, e quase pensei em desistir, sendo que um participante que já tinha acabado, me ofereceu uma boleia, que teria aceitado não fosse o facto de faltar apenas um km para acabar. Nesse momento, descansei um pouco, e fiz o km final, inclusivamente a subida da baía para o centro da vila … custou mas fiz !! O “orgulho” falou mais alto J J

Para finalizar, e como este era um raid, sem tempos, apenas dizer que demorei aproximadamente 04:41:14 a percorrer os quase 72 kms, tendo melhorado o tempo do ano anterior em quase 50 mins.

Uma prova, que irei (ou pelo menos tentarei) repetir em 2018, mas com outra gestão/abordagem !!!
>> Registo GPS <<
Até à próxima prova, ainda não sei bem quando!!!